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Meu primeiro artigo na rede da Moleque de ideias

3225 dias atrás por Leila País de Miranda   Comentários (2)

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Bem-vinda à rede, bem-vinda rede. Este é o meu primeiro artigo aqui e por enquanto vou escolher a temática ideias para este blog. Vamos ver então o que eu acho que foi uma das boas ideias que eu tive na vida: a Moleque de ideias. Em 1996, eu trabalhava no SENAI e estava estudando Informática e Sociedade, para ajudar a estabelecer metas de trabalho para a maior instituição de Educação Profissional do Brasil. Na época, o SENAI formava aproximadamente 1 milhão de pessoas por ano. Neste processo, encontrei primeiro o Luís Eugênio e depois o Nilton. Nosso hábito de almoçar e pensar juntos teve como fruto a ideia de ganharmos a vida criando e oferecendo à comunidade ume espaço de uso de tecnologias para a inteligência. O nome Moleque de Ideias saiu da cabeça do Luís, no nosso esforço de criarmos algo bem diferente de Kids. Somos Moleques. Somos Moleques de Ideias. Somos Leques de Ideias. Em princípio, seria um espaço dedicado a adolescentes, aos seus projetos, e aos nossos próprios projetos. Por história e porque aconteceu assim, começamos a desenvolver o trabalho para crianças a partir de 4 anos de idade. O que nos levou a aprender muito mais sobre seres humanos, inteligência, aprendizagem e construção de sociedades. E aqui estou eu hoje, 14 anos depois, feliz da vida, com já mais de 1000 crianças atendidas e com mais de 200 frequentando hoje. Aumentando cada vez mais o nosso relacionamento com pessoas que também se divertem quando inventam. E sendo muitos.

 

Cheguei no início, agora vamos em frente... Quero te ouvir mais a respeito do que você aprendeu "O que nos levou a aprender muito mais sobre seres humanos, inteligência, aprendizagem e construção de sociedades."

Formanski 2793 dias atrás

Isso foi pretensioso, não foi? Corro o risco de ter me entusiasmado e exagerado. Vamos ver se de vez em quando eu passo aqui neste post e acrescento mais alguma sabedoria. :)

Por enquanto, vai isso (e vai ser sempre por enquanto, pelo visto):

Os seres humanos se tornam humanos em interação. É preciso fazer contato real com as crianças, sem o que, nada faz sentido.

A inteligência é emocional. Só aprendemos aquilo que nos emociona. Só construímos soluções para as dificuldades inerentes ao processo de realizar o que gostamos.

E, no tema da sociedade, as formigas não se organizam como um exército; o formigueiro é um organismo que aprende: http://www.ted.com/talks/lang/eng/deborah_gordon_digs_ants.html

Leila País de Miranda 2792 dias atrás