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Ideias com caneta e tablet

O nadador de Ana Luisa, 7 anos em 2004,  ilustrou o folheto da Moleque de idéias em 2006. O desenho de Mônica Cataldo, 11 anos em 2006,  ficou muito interessante. A imagem da cabeça do alienígena foi depois copiada e organizada para adesivos. Marcela Miranda Schlaepfer, 12 anos em 2001, criou este trabalho em 4 partes, com efeito zoom. A produção envolveu lidar com pelo menos dois arquivos abertos ao mesmo tempo: Marcela copiou e colou o desenho original no segundo arquivo e usou ferramenta digital para diminuir suas dimensões; usou as funções copiar e colar novamente para devolver o desenho diminuído à montagem; completou cada cena e refez o processo mais duas vezes.

O Woody, de Toy Story, era de um livro para colorir grande, e precisou ser digitalizado com scanner e redimensionado para poder ser copiado com a caneta (Gabriel, 7 anos em 2001). O homem-aranha foi copiado e colorido pelo Juan Perez, aos 7 anos em 2004. A cópia foi feita a partir de uma imagem numa caixa de sapatos que ele trouxe de casa.

 

Digitalização com caneta e tablet
cópias, desenhos livres, para colorir

Projetos que favorecem a aprendizagem de diferentes equipamentos para interação com computadores,
cuidados e uso da tablet e caneta, relação entre pontos no monitor/mouse/tablet, scanner.

Na Moleque de ideias, as crianças têm oportunidade de conhecer e utilizar tablets e canetas para digitalizar imagens. A digitalização - representação da informação em modelo digital - é processo fundamental  para a linguagem digital. Cópias, desenhos livres, figuras para colorir, são criadas não com o mouse, mas com caneta, equipamento mais adequado ao desenho do que o mouse, mais conhecido. Tanto o mouse quanto a caneta servem para apontar e clicar - melhor o mouse, quanto para desenhar, e aí a caneta é muito melhor. Consideramos também importante que a criança generalize seu conhecimento sobre dispositivos de comunicação com os computadores.

Além de conhecer o equipamento, nos projetos de digitalização - copiar uma figura para colorir, por exemplo - as crianças têm oportunidade de observar e aprender como funciona o algoritmo do balde de tinta, mais do que quando estão colorindo uma figura pronta. Quando copiam,  elas muitas vezes deixam intervalos que formam curvas abertas: “a tinta escorre” e preenche mais espaço do que o desejado; esta é também uma ótima ocasião para aprender o valor de salvar um arquivo, e de aprender a função desfazer (undo).

Usando tablets de diferentes tamanhos, elas têm oportunidade de lidar com o conceito de proporção e de correspondência.

Muitas vezes, a  figura que a criança deseja copiar com a caneta é grande para a tablet. Neste caso ela pode usar o scanner para preparar uma figura menor - digitalizando, redimensionando e imprimindo,  para então copiar com caneta.

 

Um dos primeiros contatos das crianças com canetas esferográficas ou hidrocores é para gerar uma imagem da própria mão. Também é assim com a caneta com tablet. O trabalho de Luiz Victor, Mariana e Ana Carolina, todos com 5 anos em 2001, inspirou Anthonio Henrique, 7 anos em 2004.

 

O narigudo verde foi copiado por Ana Luisa, 9 anos, em 2006, de um dos livrinhos de uma série de livros infantis. Todas as capas da série foram copiadas por Ana, e o trabalho ficou muito bom.
O desenho original foi criado e impresso por Marcela Schlaepfer. Gabrielle Minghini, 7 anos em 2004,  copiou o da Marcela com a caneta e a tablet  e coloriu do jeito dela.
Gabriella Tavares, 8 anos em 2006, aproveitou o trabalho de Betina, que tinha digitalizado com scanner e impresso uma cópia de sua máquina de calcular. A cópia coube na tablet e Gabriella digitalizou novamente, copiando com a caneta. Coloriu e enfeitou.

Julia Chaffin, 7 anos, em 2006. O boneco “little poney” foi trazido de casa. O projeto de Júlia foi copiá-lo com a caneta. Para isto teve que gerar uma imagem em 2 dimensões que pudesse ser copiada. Julia fez isto digitalizando o boneco com a câmera digital. A foto foi impressa em tamanho adequado para a tablet e copiada. Carlos Cataldo,  6 anos, 2005, desenho livre para representar o pai e ele. Larissa Alfarano,  6 anos, 2004, desenho livre.
 

Bob-esponja foi uma febre em 2004/2005. Tadeu copiou e coloriu o seu em 2004, aos 9 anos, e fez um cartão para o dia dos pais.

 

Matheus Brani, com 5 anos em 2005, coloriu o desenho copiado por um colega mais velho. Pablo Jannuzzi, com 9 anos em 2005, fez esta cópia. Pablo chamou de Xuriu, o  personagem que se chama Shiryu.

Fernando Cesar, com 10 anos em 2004, fez um desenho copiando com a caneta. Os outros dois foram gerados com as funções de copiar/colar. Matheus Ennes Brasil, 7 anos, 2001, cópia.

 

Morgana Vidal, 9 anos, 2006, cópia. Miguel Angelo,  9 anos, 2005, desenho livre para representar o homem-aranha.

Maria Luiza Kanbach, 5 anos em 2001, fez o trabalho da esquerda. Copiou com a caneta uma bola e as outras criou usando a função copiar/colar. Ela mostrou seu desenho, para explicar ao Henrique como ele poderia fazer o Snoopy ao lado. Snoopy do Henrique, 5 anos em 2001.

Hélio Francisco Levy, ainda com 8 anos em 2006, desenho livre, um dragão. João Pedro Gusman, 6 anos em 2004, desenho livre, outro dragão.

Lucca Pereira, 6 anos em 2004, desenho livre, um elefante. Lucas, 6 anos em 2002, desenho livre.

 

 

Última atualização 2983 dias atrás por Leila País de Miranda